Mostrando postagens com marcador Profecias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Profecias. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

O Tempo Voa: Como O Tempo Está Cientificamente Passando Mais Rápido (Efeito Schumann)

Matéria Publicada em 09/10/10
“Se aqueles dias não fossem abreviados, criatura alguma escaparia; mas por causa dos escolhidos, aqueles dias serão abreviados” (Mt 24,23)


 Esta expressão do nosso título – o tempo voa – é comumente usada para indicar a rapidez com que o tempo passa. Já em alguns dos nossos trabalhos editados, mencionei esta velocidade espantosa das horas, nestes últimos anos, e fiz um contraponto entre o que acontece nos dias de hoje e o que acontecia quando eu era criança. Naquela época, há mais de 40 anos atrás, os dias pareciam não ter fim – especialmente quando era para trabalhar na roça – também as semanas e meses pareciam durar uma eternidade. E nem se fala na espera angustiosa pela Páscoa e o Natal. Aquele tempo parecia um infinito.

  Eu sempre fui muito observador destas coisas ligadas ao clima e ao tempo, de modos que me era fácil notar esta sensível diminuição do dia. Entretanto, para muitas pessoas para as quais eu perguntava se sentiam a mesma coisa, elas diziam que não sentiam modificação alguma e alegavam a mudança da vida corrente, o advento da televisão, que vieram para preencher o tempo das pessoas, e que isto dava a sensação de o tempo passar mais rapidamente.

 Entretanto, a partir do início da década de 1980, este processo acelerou ainda mais, de modo que até mesmo as crianças – não somente os mais velhos – passaram a sentir esta disparada das horas. Então, até mesmo aqueles que não haviam vivido nos tempos anteriores a este fenômeno, também passaram a perceber. Não somente isto, também o volume das tarefas que a gente fazia há 20 anos atrás, se comparadas com as de hoje, eram muito maiores. Ou seja, a gente não consegue nunca fazer todas as tarefas programadas para um dia. De fato, ontem mesmo comentava com minha esposa que mal parecia termos chegado da viagem no Domingo à noite, e já estávamos na metade da semana.

 Nesta confusão e não tendo como explicar este fato, eis que me chega às mãos um artigo assinado por Leonardo Boff – metade interessante, metade herético – que vem a explicar cientificamente esta diminuição do tempo. Na metade interessante do artigo – a científica – ele relata as medições do campo eletromagnético que envolve a terra, feitas já em 1952 pelo físico alemão W.O.Shumann, e que ficou convencionado como “Ressonância Schumann”.

 "Naquela época este cientista constatou que a terra é cercada por um poderoso campo eletromagnético, que fica a cerca de 100 Km acima de nossas cabeças. Este campo, ao ritmo normal, possui uma pulsação que funciona como um marca-passo, à razão de 7,83 batidas por segundo. Ele percebeu também, que esta pulsação marcava o ritmo de funcionamento de toda a vida na terra, tanto vegetal, quanto animal. Ou seja, toda a vida na terra funciona na exata velocidade com que pulsa este “marca-passo” gigantesco, que eu poderia acrescentar, é como o pulsar de Deus. Então o ritmo da vida, o “bioritmo” de cada ser vivente, é regulado para pulsar na mesma freqüência desta ressonância magnética, que se adapta perfeitamente ao ritmo divino. "

 Isso ocorreu de forma tão perfeita e sincronizada, que a maioria dos homens não percebeu esta mudança de ritmo, apenas os mais sensíveis a perceberam desde o início. Toda esta gigantesca mudança ocorreu sem grandes saltos visíveis, mas serenamente como o são as coisas do nosso Grande Criador. Fora deste ritmo, nada funciona, nem vive. Então podemos dizer que para uma vida qualquer ser saudável, é preciso que ela funcione dentro deste campo, e a prova está na extrema dificuldade de manter vivos e em estado de saúde os astronautas, que saem deste campo por algum tempo. Ou seja, a perfeição invisível de Deus determinou para a vida na terra um ritmo comum a todos os seres, tal que fugindo deste ritmo, a vida fica prejudicada e se torna impossível.  Podemos dizer então que, fugindo das pulsações de Deus, a vida se torna impossível.

 E assim, por milhares e milhares de anos a terra inteira funcionou perfeita dentro deste parâmetro e com isso em tudo se verificava o equilíbrio ecológico em todo o nosso planeta. Mas aconteceu que a partir dos anos 80 e cada vez de forma mais acentuada até nossos dias, a medição da Ressonância Schumann passou dos 7,83 pulsações para 11 e depois de 1990 para 13 hertz por segundo, fazendo com que o “coração” da terra disparasse. Foi como se a terra tivesse adoecido e seu coração estivesse em descompasso, pois exatamente a partir dali é que começaram a ocorrer os desequilíbrios ecológicos graves, como o aumento da atividade dos vulcões, o aumento de todo tipo de distúrbio climático, como furacões, enchentes, avalanches e outros desastres naturais. Claro, não podem ficar de fora o aumento das doenças dos homens e animais, com o retorno das velhas pestes e o surgimento de sempre novas.

 Ora, se refeito o cálculo pela nova pulsação da terra, atualmente de 13 hertz por segundo, chegaremos exatamente a um dia de 16 horas. Ou seja, o dia que nos anos 50 era de 24 horas, é hoje apenas equivalente a 16 horas antigas, tendendo a ficar menor. Com isso, um mês atual equivale a apenas vinte dias do tempo antigo, e o ano passa a ter quatro meses a menos, o que representa muita coisa. Portanto, a percepção das pessoas de que o tempo disparou, não é ilusória, mas sim verdadeira, real. E isso é espantoso!

 Eis então que a ciência vem comprovar aquilo que a profecia nos alertou é verdade e que somente os mais desavisados não percebem as sistemáticas e crescentes alterações em tudo que diz respeito ao nosso planeta. E para completar as matemáticas que se podem tirar deste cálculo, significa que de 1980 até hoje, 24 anos decorridos, tivemos a diminuição de 8 anos, que já foram “encurtados”. Quem sabe isso não explicaria a diferença dos tempos de Deus e dos homens, e até o não acontecimento de algumas profecias que tinham data marcada?

 Jesus nos alertava já ao seu tempo sobre o advento destas catástrofes. Também os profetas antigos nos alertavam que, quando estivesse próximo o Dia do Senhor, toda a terra daria sinais claros desta proximidade, revelando também que este dia anunciado, não é um dia esplendoroso e bom, mas dia de “trevas e nuvens espessas”. Um dia em que os homens definharão de medo diante do barulho ensurdecedor do Universo, pois ele inteiro será abalado, não somente a terra. Infelizmente as pessoas não se dão conta da rápida seqüência de fatos atuais, indicativos claros de que este DIA está às nossas portas, não um dia somente, mas um tempo de intermináveis barulhos e estrondos.

 Ora a maravilhosa arquitetura de Deus ao criar o Universo, jamais será entendida por inteiro. Fatos como este, com a devida comprovação científica, deveriam nos manter de olhos e ouvidos mais abertos, para não sermos pegos de surpresa. Infelizmente, e mil vezes já temos dito isto, a maioria da humanidade não se importa com os sinais de Deus, não quer saber de ouvir as vozes dos profetas atuais que nos alertam para tudo isto, e até mesmo fazem pouco caso dos avisos de Deus, o que é muito pior. Que se dirá então se nem mais na ciência eles acreditam? De qualquer forma, a gente sabe que muitos irão surdos e cegos até o final, até mesmo para o bem deles próprios, eis que a bondade de Deus se manifesta até mesmo nisto. Estes serão engolidos pelo redemoinho sem sequer notar!

 Vejam, o mundo de hoje está literalmente povoado por dois tipos de seres humanos: os estressados e os depressivos! Fruto desta correria alucinada pelo “ter” e pelo “ser”, muitos sucumbem em meio a um stress violento, transformando as suas vidas num inferno. De fato, os problemas de violência especialmente nas cidades grandes, a falta de emprego, a queda acentuada nos salários e na renda das famílias, tudo isso tem levado milhões de pessoas em todo o mundo a se fecharem como caramujos, numa agonia que não raro as leva à morte.

Ora, se este acúmulo de pessoas sofredoras nestes dois campos, já é tão sensível num dia de 16 horas, imaginem se todos nós tivéssemos que viver mais quatro horas diárias em meio a esta angústia e tribulação crescentes? Imaginem se as mães e pais tivessem que viver mais quatro horas noturnas em quase desespero, devido aos filhos e filhas que mergulham insensatamente nas noitadas, sem hora para voltar? Que seria do mundo? Aconteceria então como Jesus falou: não sobraria viva nenhuma pessoa na face da terra. A maioria morreria depressiva ou estressada, em decorrência destas duas pragas ditas de “modernas”.

 Eis então que este é mais um sinal claríssimo da proximidade dos grandes eventos deste final dos tempos. O encurtamento das horas e dos dias veio então em socorro de todos aqueles que ainda conseguem discernir as coisas e que se preparam assim para a grande tribulação. Tendo em vista esta maravilhosa intervenção de Deus em toda a natureza, nós devemos agradecer a Ele por mais este benefício, prova de seu imenso amor. Então, quando não conseguimos cumprir todas as tarefas que pretendíamos fazer a cada dia, agradeçamos a Deus que ele nos tira do meio de tanto trabalho para um descanso bem merecido. Falando nisso, se as horas do dia são mais curtas, também o são as da noite. E isso me lembra que milhões de pessoas reclamam sempre que já levantam cansadas.

 Este é provavelmente mais um reflexo deste encurtamento dos tempos, mas com certeza Deus estabeleceu tudo numa justa conta. Perfeitamente suportável a cada um de nós. Imaginemos então o termos que conviver por mais quatro horas diárias de assaltos, mortes, crimes e tantos malefícios que a mídia nos apresenta? Imaginem os bandidos, os ladrões, os corruptos e os safados, tendo cada um mais quatro horas para cometerem seus crimes e desmandos? Imaginem termos que conviver mais quatro horas diárias nesta constante insegurança? Com medo de assaltos, medo de perder o emprego, medo de ter um familiar ou mesmo a gente sendo seqüestrado, medo de uma bala perdida, enfim, tendo que conviver mais horas com todo este desvario? Esta loucura do mundo moderno? Seguramente, ninguém escaparia! Deus sabe o que faz!

Por isso tudo, muitos de nós não suportaríamos mais quatro horas diárias de desvarios, eis que a loucura tomaria conta de quase todos. Por toda a parte o que se nota é um crescendo de incertezas, embora o governo sempre tente sacar índices e indicadores de crescimento e de bem estar. A grande verdade é que o povo está assustado, e quem não está assustado é porque é cego e surdo… ou é conivente. Jesus previu nos Evangelhos que os homens definhariam de medo nestes tempos. 

De fato, o pulsar gigante da terra está entre abalos e suspiros. Como um gigante enfartado o planeta terra treme em toda a sua extensão, não apenas pelos acontecimentos de agora, mas principalmente pelos que virão. De fato estes espasmos da terra irão acabar por colocá-la em coma profundo. E somente Deus para arrancá-la finalmente para a nova terra que vem depois desta, que terá então sumido nos abismos, ou ressurgido dos mares, formando novos continentes, novas ilhas, enfim, uma nova geografia. Ou seja, este pulsar acelerado que já começou, poderá se acelerar ainda mais, porque, com certeza, muito em breve, para todo lado onde olharmos, nós só veremos destruição, pranto, dor e morte.

 Tudo está sendo preparado para a grande vitória de Deus! Tudo está sendo feito para o bem dos filhos de Deus! O que temer então? Deixa este mundo ruir! O outro que vem será mil vezes melhor! Confie: Jesus nos prometeu isto!

Incrível Aumento Do Número De Terremotos

 Um dos sinais que Jesus Cristo nos deixou de alerta sobre a sua volta são os terremotos. Como ele mesmo disse em Mateus 24:7 - Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares.

 Observamos que a medida que o tempo passa o número de terremotos intensifica-se de maneira gradual. Em Romanos 8:22, o Apóstolo Paulo nos diz que: ...toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora. Isto se dá pelo fato de que Jesus Cristo disse em Mateus 24:12 que nos últimos dias o amor de muitos esfriaria [pelo fato de que] a iniquidade se multiplicaria.

  Assim sendo, a iniquidade é a enfermidade pelo qual toda a criação geme, e conforme o tempo avança a iniquidade também, causando maiores dores e por efeito maiores gemidos da criação.

 Aqui estão as estatísticas que comprovam o aumento desses abalos sísmicos.



Balanço devastadorOs 10 tremores mais letais da humanidade mataram mais de 2 milhões.Observa-se que dos 10 tremores mais letais 5 deles, ou seja metade, ocorreram no século XX.
1. Chihli, China, 1290 - 100 mil mortos
Quase não há registros sobre esse chacoalhão de 27 de setembro de 1290 - apenas a certeza de que ele foi um dos mais mortais da história. A província de Chihli, que teve seu nome mudado para Hopei em 1928, inclui a cidade de Tangshan e é famosa pelos terremotos, que já teriam vitimado mais de 1 milhão de pessoas.
2. Shensi, China, 1556 - 830 mil mortos
Na região central da China, a terra tremeu em 23 de janeiro de 1556 para produzir o pior desastre natural de que se tem notícia. O terremoto atingiu oito províncias e arrebentou 98 cidades — algumas delas perderam 60% da população. A maior parte das pessoas morreu soterrada na queda de casas mal construídas.
3. Shemakha, Azerbaijão, 1667 - 80 mil mortos
Por estar situada em cima de uma zona sujeita a abalos, essa cidade foi destruída por vários terremotos. O primeiro — e mais mortal — foi esse de novembro de 1667. Depois do susto, a tranqüilidade não durou muito: registros da época indicam que a terra voltou a tremer por lá dois anos depois.
4. Calcutá, Índia, 1737 - 300 mil mortos
Relatos de época indicam que essa catástrofe de 11 de outubro de 1737 tenha sido um terremoto. Mas, como na época não existiam registros 100% confiáveis, alguns especialistas levantam a hipótese de que o estrago foi causado por um ciclone. Além dos mortos, o cataclismo deixou 20 mil barcos à deriva na costa.
5. Lisboa, Portugal, 1755 - 70 mil mortos
Em apenas 3 horas, a capital portuguesa foi atingida por três tremores distintos, que destruíram 85% da cidade. Gigantescas ondas atingiram a região, a água subiu 5 metros acima do nível normal e um incêndio consumiu casas, igrejas, palácios e bibliotecas. A tragédia aconteceu em 1º de novembro de 1755.
6. Messina, Itália, 1908 - 120 mil mortos
Em 28 de dezembro de 1908, o sul da Itália sofreu com um grande terremoto que devastou as regiões da Sicília e da Calábria. Para complicar ainda mais as coisas, o tremor foi seguido por tsunamis de até 12 metros de altura. A seqüência de enormes paredes de água quebrou na costa do país e amplificou os estragos.
7. Kansu, China, 1920 - 200 mil mortos
Essa região situada no centro-norte do país não sentia um tremor havia 280 anos, mas esse de 16 de dezembro de 1920 botou para quebrar: atingiu uma área de 67 mil km2, arrasando dez cidades. A série de ondulações deformou a área rural e prejudicou uma das principais atividades econômicas da região, a agricultura.
8. Kwanto, Japão, 1923 - 143 mil mortos
O megatremor de 1º de setembro de 1923 atingiu as principais cidades do Japão. Só em Tóquio e Yokohama, mais de 60 mil pessoas morreram nos incêndios causados pelo abalo. Logo depois desse terremoto, a profundidade da baía de Sagami, no sul de Tóquio, aumentou mais de 250 metros em alguns pontos.
9. Yungay, Peru, 1970 - 66 mil mortos
Esse terremoto de 31 de maio de 1970 fez desabar um enorme pico de gelo na cordilheira dos Andes. Em poucos minutos, a cidade de Yungay estava debaixo de uma massa de neve e detritos que desceram a encosta a mais de 300 km/h. Para piorar a situação, as inundações subiram o prejuízo para 530 milhões de dólares.
10. Tangshan, China, 1976 - 250 mil mortos
O tremor de 27 de julho de 1976 sacudiu o nordeste da China. A cidade toda dormia quando o chão mexeu, fazendo cerca de 800 mil feridos. Até hoje, especialistas suspeitam que o número de mortos possa ser muito maior que o divulgado pelo governo. Estima-se que o total de vítimas possa ter chegado a 650 mil.