quarta-feira, 20 de abril de 2016
Reflexão Bíblica - Fidelidade
Ele poderia ter dito que Deus prometera que daria a ele a terra onde ele havia dormido, que se chamava Luz e que passou a ser Betel; e que ele cria que Deus era poderoso para levá-lo de volta, mesmo com seu irmão querendo matá-lo. Jacó poderia ter feito um apelo à promessa divina, pois esta seria um petição sábia e também segura de que Deus iria ouvi-lo. Pois esta oração não seria baseada na eloquência de Jacó, ou na sua inteligência ou na ineficaz tentativa de persuadir a Deus.
Mas, pelo contrário, seria baseada nas próprias palavras de Deus, pois sabia que Ele(Deus) o havia ajudado e também o prosperado no tempo em que ficou com Labão, então ele sabia que Deus o livraria da mesma forma.
Um exemplo que temos disso em nosso cotidiano, em relação a confiança e a credibilidade que damos às pessoas, é quando as mesmas se prontificam em cumprir aquilo que elas prometeram, quando vemos que o que ela diz, ela faz.
Tais pessoas são dignas de crédito e confiança, se for o contrário, tais pessoas são totalmente inconfiáveis, pois falam, mas não fazem. E como Deus vela pela sua palavras para a cumprir(Jr.1.12), Jacó foi salvo da ira do seu irmão e conseguiu ir com sua família para Betel.
domingo, 17 de abril de 2016
sábado, 16 de abril de 2016
Jó: Articulação e Suavização
Quando se confronta com isso pela primeira vez, comporta-se como um enlutado inconsolável, que não consegue dar vazão a seu sofrimento.
Mesmo após sentar-se em silêncio por um prolongado período na presença de três amigos que foram visitá-lo para oferecer conforto, ele é incapaz de livrar-se da dor, e começa a falar amaldiçoando o dia em que nasceu.
Segue-se um diálogo infrutífero entre ele e seus amigos, sobre todos seus fardos, e reclamações contra Deus. Depois disso aparece um novo personagem, Eliú filho de Baraquel que fala com preocupação honesta sem afetação, e finalmente o próprio Deus se dirige a Jó e o reprova.
Jó recupera-se psicológica e fisicamente, e retorna a seu estado anterior de saúde e bem-estar. Embora Jó não blasfemasse contra Deus, ele não aceitou seu sofrimento como justificado, e portanto não o aceitou com amor e submissão perante Deus.
Seus três amigos tentaram fazer terapia com ele (cada um usando uma técnica psicológica diferente) e convencê-lo, sem sucesso, de que seu sofrimento não era sem motivo.
Foi depois disso tudo que o jovem Eliú, que tinha ficado quieto durante todo o diálogo precedente em deferência aos mais velhos, ofereceu sua admoestação, sensível porém convincente.
Eliú introduz suas declarações dizendo: "Pensei que a idade falasse, e que a passagem dos anos conferisse sabedoria." Mas quando ele viu que eles não poderiam responder a nenhuma das queixas de Jó, ele ficou desiludido com os anciãos e concluiu que, ao contrário, é o espírito dos homens e a alma de Deus [dentro dele] que lhes dá o entendimento (Jó 32:7-8).
A fonte da verdadeira resposta a Jó está na inspiração Divina, que pode existir em uma pessoa jovem tão facilmente como em um ancião. Somente através da ajuda e inspiração de Deus um conselheiro ou terapeuta pode ter a esperança de penetrar nas profundezas do subconsciente da pessoa, e assim ajudá-la a resolver seus problemas psicológicos.
Eliú, que começa o processo da verdadeira cura, faz o papel de Elias(João Batista), o Profeta, o arauto da verdadeira e suprema Redenção messiânica. Jesus o Messias é o psicólogo consumado que desvenda todos os pesadelos retorcidos do amargo exílio, revelando seu âmago bom.
Jesus sabe como abrir a todos e possibilitar-lhes a articular sinceramente suas ansiedades; ele juntará todos os fragmentos dispersos da alma despedaçada de cada um e os trará de volta ao âmago imaculado de seu coração, que sempre foi fiel a Deus e Sua Palavra.
Ele relembrará o homem de sua identidade esquecida, e assim resolverá o enigma de seu mal psicológico. Esta é a dimensão psicológica da tarefa de Jesus, reunir os dispersos de Israel de volta a Sião, pois Sião (que literalmente significa ponto ou marcador) simbolizando o ponto mais íntimo do coração.
O exílio dos judeus é uma metáfora para a consciência dispersa de uma pessoa que perdeu contato com seu ser interior.
quarta-feira, 13 de abril de 2016
Parábola do Mordomo Infiel - Joseph Shulam
A parábola em questão é um tanto difícil de ser compreendida por tratar de assuntos desconfortáveis para a maioria das pessoas da civilização ocidental. Trata-se da parábola do Mordomo infiel, ou injusto, pois parece que o que o tal mordomo fez realmente não foi justo. No entanto é necessário entender essa parábola dentro da condição política, sociológica e espiritual dos judeus na terra de Israel, no tempo de Jesus.
Essa parábola é diferente, pois ela não começa da mesma forma que muitas outras parábolas de Jesus que começam com a seguinte frase:
“O reino dos céus é como...” ou “O reino de Deus é semelhante a...”
“E dizia também aos seus discípulos: Havia certo homem rico, o qual tinha um mordomo; e este foi acusado perante ele de dissipar os seus bens. E ele, chamando-o, disse-lhe: Que é isto que ouço de ti? Dá contas da tua mordomia, porque já não poderás ser mais meu mordomo. E o mordomo disse consigo: Que farei, pois que o meu senhor me tira a mordomia? Cavar, não posso; de mendigar, tenho vergonha.
Eu sei o que hei de fazer, para que, quando for desapossado da mordomia, me recebam em suas casas.
E, chamando a si cada um dos devedores do seu senhor, disse ao primeiro: Quanto deves ao meu senhor?
E ele respondeu: Cem medidas de azeite. E disse-lhe: Toma a tua obrigação, e assentando-te já, escreve cinqüenta. Disse depois a outro: E tu, quanto deves? E ele respondeu: Cem alqueires de trigo. E disse-lhe: Toma a tua obrigação, e escreve oitenta. E louvou aquele senhor o injusto mordomo por haver procedido prudentemente, porque os filhos deste mundo são mais prudentes na sua geração do que os filhos da luz.
E eu vos digo: Granjeai amigos com as riquezas da injustiça; para que, quando estas vos faltarem, vos recebam eles nos tabernáculos eternos. Quem é fiel no mínimo, também é fiel no muito; quem é injusto no mínimo, também é injusto no muito. Pois, se nas riquezas injustas não fostes fiéis, quem vos confiará as verdadeiras?”
Primeiramente, como não há a abertura clássica que se faz para falar sobre o Reino de Deus, entende-se que obviamente ele não está falando agora sobre o Reino de Deus.
Observa-se que o contexto é retirado da história de José, pois ele foi chamado de mordomo. A palavra grega para mordomo é “Oikomenon”. Desta palavra se tira a palavra economia. Então o mordomo é aquele que lida com a economia da casa, ou seja, é o escriturário ou contador que administra os bens do Senhor daquela casa. Portanto, o mordomo nesta parábola tem o mesmo trabalho designado a José na casa de Potifar e também, anos mais tarde, o trabalho de administrador de toda a riqueza do Egito. E isso é relevante, pois o que José fez? Ele administrou a riqueza do perverso, no caso, dos egípcios idólatras, de Faraó e seu domínio, para poder alimentar seus irmãos e irmãs.
Providencialmente, aqueles que o odiaram, falaram mal dele e venderam-no acabaram vindo a ele para receber comida e não passar fome em Canaã no período da seca. Então José é aquele mordomo que está sobre o dinheiro do perverso, do injusto. E ele deve administrar esse dinheiro para abençoar Israel, providenciando-lhe uma moradia. Então este mordomo da parábola tem muito a ver com José, por essas razões. Além disso, qual é a situação política na época que essa parábola foi contada? A situação era a da ocupação romana, com a casa de Herodes administrando os interesses dos romanos. Os habitantes de Israel, por sua vez, estavam sob o jugo dos cobradores de imposto e sob pressão política dos romanos.
E nesse contexto, Roma não estava preocupada com a casa de Herodes ou com Israel, mas apenas interessada com o que eles poderiam fazer que fosse do interesse de Roma (ou seja, fornecer dinheiro). Comparando com a parábola, vemos que o homem rico não está preocupado em descobrir se a acusação de que o mordomo estava dissipando seus bens era ou não verdadeira. Baseado na acusação ele já se dispôs a demitir o mordomo. Ou seja, o homem, assim como os romanos, não está preocupado com o mordomo; e este já se preocupa com o que irá fazer, pois não é capaz de cavar ou mendigar. Então ele tem que se preparar, neste mundo, para tirar proveito da riqueza do perverso, a fim de herdar uma casa, um lugar que tenha um valor eterno.
O homem de bem deixa uma herança aos filhos de seus filhos; a riqueza do pecador, porém é reservada ao justo.
sexta-feira, 1 de abril de 2016
Parábolas - As Quatro Mulheres na Igreja
O pastor deu uma boa olhada para elas e disse-lhes para que se sentassem. Então ele disse algo que elas nunca esquecerão na vida. Ele olhou para elas diretamente e disse seriamente: "Senhoras, tudo o que Deus fez valioso neste mundo está bem coberto e é difícil ver, encontrar ou obter.
1. Onde você encontra os diamantes? Lá no fundo da terra, coberto e protegido.
2. Onde você encontra pérolas? No fundo do oceano, coberto e protegido numa bela concha.
3. Onde você encontra ouro? Lá em baixo, coberto com camadas de rocha e para obtê-lo você tem que trabalhar duro e cavar fundo.
Ele olhou novamente para elas com os olhos sérios e disse;
"Vosso corpo é sagrado e único" Vocês são muito mais preciosas do que o ouro, diamantes e pérolas, e vocês devem serem cobertas também. "Então ele acrescentou que, se vocês mantiverem vossos minerais precioso como ouro, diamantes e pérolas, profundamente coberto, uma organização respeitável de mineração com a maquinaria necessária vai realizar anos de exploração extensiva.
Primeiro eles entrarão em contacto com o seu governo (a família), vai assinar contratos profissionais (casamento) e mina-lo profissionalmente (casamento civil).
Mas se você deixar seus preciosos minerais descobertos na superfície da terra, você sempre vai atrair grande número de mineiros ilegais para vir e explorar-te ilegalmente.
Mantenha seu corpo profundamente coberto para que ele convide mineiros profissionais para persegui-lo.Vamos todos incentivar as nossas esposas, amigas e filhas a vestirem-se bem e decente!Tenho dito muito obrigado.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
Assinar:
Postagens (Atom)






