terça-feira, 29 de setembro de 2015

Dúvidas - Por que Jesus foi ao Inferno?


 Há três palavras gregas para inferno no Novo Testamento: geenna, tartaroõ e hades. E elas têm sido usadas erroneamente uma pela outra por alguns pregadores. Esse vocábulos apontam para a existência de três lugares distintos: o Geena, o Tártaro e o Hades. O Geena é o inferno propriamente dito, onde as pessoas ímpias estarão, no estado pleno - espírito, alma e corpo - após o Juízo Final (Mt. 10.28)Satanás também será lançado lá (Ap. 20.10).

 Já o Tártaro é  o lugar onde está presa uma parte dos anjos maus, que não guardaram o seu principado (2Pe 2.4; Jd. v.6). Justos, como Abraão, Moisés e Davi, estavam no inferno? Não! Estavam no Hades, definido por W. E. Vine: "...região dos espíritos (...) (mas incluindo os santos em períodos precedentes à ascensão de Cristo) (...) É lamentável quando traduzido por 'inferno' (...) No Novo Testamento, sempre deveria ser traduzido por 'hades' (Dicionário Vine, CPAD, p.689).

 Havia um abismo que separava justos e ímpios, um compartimento do Hades isolando o Paraíso (Lc. 16.22-26; 23.43). Ao deixar aquele lugar, Jesus transportou para o terceiro céu os espíritos dos justos mortos antes da obra redentora (Ef. 4.8-10; 2Co 12.1-4), os quais foram alcançados pelo sangue do Cordeiro (Rm.3.25). O inferno - Geena - ainda não foi inaugurado e está reservado ao castigo eterno.

 Biblicamente, o Anticristo e o Falso Profeta inaugurarão o inferno no fim da Grande Tribulação (Ap. 19.20). Quando alguém morre sem Jesus, não vai direto para o Geena, e sim para o Hades, onde permanece aguardando, em tormentos, o Juízo Final (Lc. 16.24; Ap. 20.13-15). Isso mesmo: o Hades - sheol, em hebraico - é uma espécie de ante-sala do inferno, onde as almas perdidas aguardam o julgamento.

 Nos tempos antigos, era um único lugar, separado por um abismo (Sl. 16.10). Quando o Senhor morreu, levou os justos ao Paraíso, no terceiro céu (2Co 12.1-4). Esses espíritos que estavam no Hades não precisaram receber Jesus como Salvador? Não! Jesus não foi para lá a fim de pregar e fazer apelo! Ele foi proclamar a sua vitória e tirar de lá os justos que já haviam morridos salvos.

 Deus dá aos homens a oportunidade de salvação enquanto estão na Terra (Lc. 16.23-25). Depois, segue-se o juízo (Hb. 9.27). Mas, como esses justos foram salvos, se não receberam Jesus como Salvador? Eles foram salvos pela graça de Deus, pois andaram segundo a vontade do Senhor, sendo alcançados pelo sangue de Jesus, que tem efeito retroativo.

 "Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus, ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus"(Rm. 3.24,25).

Ed René Kivitz - João 20:19 - C.S. Lewis


A diferença sobre a humildade sobre o pecado e a depressão sobre o pecado – Josemar Bessa


 William Bridge, um pastor Puritano do século XVII, escreveu uma obra com o propósito de encorajar quem está sob desânimo e depressão.  Nesta obra ele fala, em um dos capítulos, sobre o desânimo na luta contra o pecado. Uma das razões que ele dá para não ficar desanimado nesta luta contra o pecado, é que o próprio desânimo é um pecado contra o evangelho.

 A pessoa pergunta: “Eu não deveria estar desanimado e ser desencorajado por causa de tal pecado?” – Bridge responde: “Não, pois o desânimo em si é um pecado, um outro pecado adicionado, um pecado contra o evangelho”. O grande problema com o desânimo aqui, é que ele duvida do poder do evangelho.

 O desânimo aqui evidencia que se acredita que o poder do pecado é maior do que o poder do evangelho. Poder não só para perdoar e purificar, como também de livrar da tirania do pecado, vivendo uma vida vitoriosa sobre ele, de obediência aprazível a Deus.

 Para um homem de fato regenerado, que está em Cristo, que tem uma nova natureza que ama a Deus e sua Palavra, que anseia por uma vida de obediência e santidade... há muitos encorajamentos. Firmado nos quais, o homem regenerado luta e combate contra a carne, satanás, o mundo...

A) Você nunca será condenado por seu pecado, porque Cristo foi condenado por você.

Uma vez que Cristo foi feito pecado por seus eleitos, seus santos... Bridge argumenta: “...o pecado não lhes fará dano aqui” – Ele cita Lutero que escreveu: “Cristo foi feito pecado... foi condenado... pagou... pagou por mim” – Isso lança fora o desânimo e nos prepara para uma luta vitoriosa na vida de obediência e sujeição a Deus.

B) Você nunca será abandonado por Deus se está em Cristo, ainda que perca a percepção da presença de Deus por causa do pecado.

 “Seu pecado”, diz Bridge, “mas nunca colocar Deus contra você. A aliança de misericórdia de Deus com o seu povo é inalterável. Você vai ser disciplinado por causa do pecado ( se um homem é deixado em seu pecado sem disciplina, não é filho, pois não há filho que Deus não discipline), mas nunca vai experimentar a ira de Deus por causa dele. O conforto da percepção da presença pode ser perdida, mas o privilégio ( de um homem regenerado) permanece. O que leva a verdadeiro arrependimento e contínuo prosseguimento para o ‘alvo da soberana vocação’”

C) Sua capacidade (poder) para pecar, não é tão forte quanto o poder de Deus para perdoar, purificar e santificar. 

 Bridge pegunta: “É os seu pecado tão grande como Deus, tão grande como Cristo? Jesus é apenas mediador de pequenos pecados? Você é capaz de derrubar a satisfação proporcionada pelo sangue de Cristo ou a misericórdia de Deus? Davi pecou grandemente, confessou sincera e profundamente, sofreu disciplina... mas seus grandes pecados foram perdoados... o seus também serão”.

D) Todos os mandamentos que teu pecado quebrou (homem regenerado) tem promessas ligadas a eles.

 Bridge afirma: “Deus uniu mandamento e promessa, a promessa e o mandamento nascem gêmeos. Nunca há um mandamento que não tenha uma promessa anexada. Uma promessa de ajuda, da capacitação, de aceitação e recompensa. Se você olhar para o mandamento sem a promessa (aos Seus filhos), então você vai entrar em desespero. Mas se você olhar para a promessa sem o mandamento, você irá presumir e tratar o pecado da forma como uma homem em inimizade com Deus trata e não como um filho que o ama e em tudo deseja honrá-lo. Mas se você olhar para o mandamento e promessa junto, você certamente será humilhado, mas jamais desencorajado.

E) Você deve ser humilhado por seus pecados, mas não pressionados ao desânimo, porque Deus é um Pai que perdoa.

 Bridge prossegue: “Deus não está satisfeito com o sofrimento e a dor, Deus não está satisfeito com a tristeza pela tristeza... O objetivo deles é a cada dia vermos o amargor do pecado, para nos levar a viver uma vida que em tudo honre Cristo, para nos afastar dos falsos prazeres da criatura perdida, para revelar a maldade em nossos corações...” Ou seja, a diferença entre a humildade sobre o pecado e a depressão sobre o pecado, é a diferença entre uma visão centrada em Deus e uma visão centrada no homem.

 Uma visão antropocêntrica do pecado traz poderoso desencorajamento,  porque é focado numa condição própria de capacitação humana e na busca de algo feito pelo próprio poder do homem que o faça aceitável diante de Deus. Por outro lado, a visão do pecado que é centrada em Deus, estão voltadas para a visão de que o pecado rouba a glória de Deus... tem Deus como o centro... 

 Desde que o pecado é contra Deus e que esse Deus se revelou para nós como um Deus perdoador, o pecado é completamente humilhante para  o coração regenerado, mas não traz o desânimo fruto do coração orgulhoso e que se sentia capaz em si mesmo. O desânimo só vê Deus como juiz, enquanto a humildade e humilhação verdadeira vê Deus como justo Juiz e Pai amoroso. Humildade e desânimo, então, tem uma relação inversa.

 William Bridge afirma: “...quanto mais você está desanimado, menos humilhado você está, e quanto mais humilhado você está, menos desanimado estará.” Por isso na busca de uma vida que cresce em santidade, está a busca da verdadeira humildade, que flui da contínua busca de conhecer mais e mais a Deus.

Tirinhas - Isaac Newton e Charles Darwin - A Complexidade do Olho Humano!


Frase - Alan Brizotti


segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Heresias - O Diabo Tinha Chaves?

 Quem falou que o Inimigo um dia teve chaves? As Escrituras afirmam apenas que Jesus tem as chaves da morte e do inferno, isto é, do Hades (Ap. 1.18), e não que estas foram tomadas de Satanás. O diabo nunca foi o dono dessas chaves, pois Deus é quem sempre teve o domínio sobre o inferno e a morte.

 As pessoas que morreram, mesmo antes da ressurreição de Jesus, ficaram - e ainda ficam - aos cuidados do Senhor (Ec. 12.7). E, por isso, Jesus disse: "E não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele[Deus] que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo" (Mt. 10.28).

O Argumento Cosmológico - WillIam Lane Craig


Como Pregar Para Não Converter a Ninguém - C. H. Spurgeon (1834 - 1892)

- Deixe que seu motivo predominante seja assegurar sua própria popularidade.

- Preocupe-se mais em agradar do que converter aos seus ouvintes. 

- Procure assegurar sua reputação como sendo um pregador famoso e diferente dos outros (para que todos o idolatrem e não prestem atenção na mensagem). 

- Fale com um estilo florido, enfeitado e inteiramente fora do alcance da compreensão da maioria das pessoas. 

- Seja superficial nas suas considerações para que seus sermões não contenham verdades suficientes para converter alguém. 

- Deixe a impressão de que se Deus é tão bom com todos, não enviará ninguém para o inferno. 

- Pregue sobre o amor de Deus, mas não fale nada a respeito da santidade do seu amor. 

- Evite dar ênfase na doutrina da completa depravação moral do homem para não vir a ofender o moralista.

Tirinhas - Isaac Newton e Charles Darwin - Existência Projetada!


Frase - Agostinho de Hipona (354 d.C - 430 d.C)


sábado, 26 de setembro de 2015

Dúvidas - Deus matou 42 jovens só porque chamaram o profeta Eliseu de careca?

2º Reis 2:23 - Então subiu dali a Betel; e, subindo ele pelo caminho, uns meninos saíram da cidade, e zombavam dele, e diziam-lhe: Sobe, calvo; sobe, calvo!

1) -  O texto apresenta alguns detalhes importantes a considerarmos antes de taxarmos Deus de injusto nesse caso: Eliseu estava em um caminho, fazendo uma viagem, sozinho: “Então, subiu dali a Betel; e, indo ele pelo caminho, uns rapazinhos saíram da cidade…” (2 Reis 2.23). Observe que esses rapazinhos “saíram da cidade” no encalço do profeta Eliseu, que estava em uma estrada seguindo viagem. Interessante observar que a Bíblia cita que 42 deles foram mortos mais à frente. Ou seja, existia um grupo com mais de 42 jovens perseguindo o profeta Eliseu. A questão é: Para que finalidade um grupo tão grande de jovens se reúne para perseguir uma pessoa? Esperaram para abordar o profeta numa área mais deserta com que objetivo? Teriam eles boas intenções? Evidente que não!  Assim, vemos claramente que o profeta Eliseu estava correndo perigo e estava em grande desvantagem diante de um grupo de jovens mal intencionados que buscava fazer algum mal contra ele.
2) -  Quando Eliseu foi abordado por esse grupo no caminho, provavelmente em uma área deserta e de mata – pois a Bíblia relata que as ursas saíram do meio de um bosque – o grupo o hostilizou dizendo o seguinte: “uns rapazinhos saíram da cidade, e zombavam dele, e diziam-lhe: Sobe, calvo! Sobe, calvo” (2 Reis 2.23). A expressão “sobe, calvo” não quer dizer apenas uma zombaria por Eliseu ser careca. A palavra “sobe” empregada por aquele grupo, zomba do ministério profético de Eliseu, fazendo uma comparação injusta com o profeta Elias que “subiu” ao céu em um redemoinho (2 Reis 2.11). Em outras palavras, aqueles jovens estavam zombando da autoridade profética de Eliseu.

3) - Diante desses fatos o profeta ficou acuado diante de um grande grupo de jovens mal intencionados que, além de estarem reunidos covardemente contra Ele, ainda colocaram em xeque sua autoridade profética dada por Deus. Diante disso, a única saída vista por Eliseu foi recorrer ao seu Senhor em oração. E é nesse momento que Deus intervém: “então, duas ursas saíram do bosque e despedaçaram quarenta e dois deles. (2 Reis 2.23). A ofensiva dessas duas ursas conteve o ânimo maligno desse covarde grupo de jovens, que não conseguiu atentar contra a vida do profeta. Fica a pergunta: Se Deus não tivesse agido rapidamente, o que esse grupo poderia ter feito ao profeta? Deus foi injusto em defender um servo seu contra jovens mal intencionados?

4) - Assim, esses jovens não foram mortos por Deus porque chamaram Eliseu de calvo, mas como fruto de suas ações malignas e covardes diante de um servo de Deus. Assim, não houve injustiça alguma da parte de Deus.

Heresias - "Vinde a mim como estais"


 É claro que Jesus recebe o pecador arrependido na condição em que ele estiver. Ele veio buscar e salvar os perdidos (Lc. 19.10). Não obstante, a frase em questão não está registrada nos Evangelhos, apesar de ser usada com frequência pelos pregadores. 

 Prefira usar um versículo bíblico autêntico, como Mateus 11.28: "Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei". Outras passagens em que este verbo é empregado da mesma forma são: Salmos 34.11; 95.1, Isaías 1.18; 2.5; 55.1, Ezequiel 18.30, Oséias 6.1, Mateus 4.19; 25.34.

Cosmovisões Ateísta e Cristã - John Piper


Lendo a Bíblia em Vão - C. H. Spurgeon (1834 - 1892)

 Devemos entender aquilo que lemos na Palavra de Deus, sendo que de outra forma, lemos em vão, reconhecemos que quando passamos ao estudo das Escrituras Sagradas devemos esforçar-nos para ter nossa mente bem atenta. Parece-me que nem sempre estamos em boas condições para ler a Bíblia. As vezes, seria bom fazermos uma pausa antes de abrirmos o Livro.

 "Tira as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é terra santa." Você acabou de chegar de seus negócios seculares, com seus cuidados e ansiedades, e não consegue pegar naquele Livro e imediatamente penetrar nos seus mistérios celestiais. Assim como você pede a bênção sobre sua refeição antes de começar a comer, também seria uma boa regra pedir uma bênção sobre sua leitura da Palavra antes de ingerir sua comida celestial.

 Ore para que o Senhor abra os seus olhos espirituais, antes de você ousar olhar para a luz eterna das Escrituras. A leitura bíblica é a hora de nossa refeição espiritual. É só tocar a sineta e convidar todas as faculdades mentais à mesa do próprio Senhor para fartar-se com a comida que agora está pronta; ou, melhor, que soe como o toque dos sinos da igreja em convite para a adoração, porque o estudo das Sagradas Escrituras deve ser uma ação tão solene como nosso ato de adoração na casa do Senhor.

Meditação na Palavra

 Se a leitura começar dessa forma, você perceberá imediatamente que, para compreender aquilo que lê, precisará meditar a respeito. Alguns trechos bíblicos ficam claros diante dos nossos olhos — baixos abençoados onde os cordeiros podem chapinhar; existem, no entanto, profundezas onde nossa mente poderia antes afogar-se do que nadar com prazer, se ela chegasse até lá sem cautela.

 Existem textos das Escrituras que foram feitos e construídos com o propósito de nos levar a pensar. Por esse meio, inclusive, nosso Pai celestial quer nos educar para o céu — fazendo-nos penetrar nos mistérios divinos com a nossa mente. Por isso, Ele nos oferece a sua Palavra de uma forma às vezes complexa, para nos compelir a meditar sobre ela, antes de chegarmos à sua doçura.

 Ele poderia ter explicado tudo de tal maneira que captássemos o pensamento num só minuto, mas não foi da vontade dEle fazer assim em todos os casos. Muitos dos véus que são lançados sobre as Escrituras não têm a intenção de ocultar o significado aos leitores diligentes, mas de compelir a mente a ser ativa, pois muitas vezes a diligência do coração em procurar saber a vontade divina faz mais bem ao coração do que a própria sabedoria obtida.

 A meditação e o esforço mental cuidadoso servem como exercício e fortalecimento da alma, que passa a ficar em condições de receber verdades ainda mais sublimes. Precisamos meditar. Essas uvas não produzem vinho até serem pisadas por nós. Essas azeitonas precisam ser colocadas debaixo da roda, e prensadas repetidas vezes, para que o azeite flua delas.

 Olhando para um punhado de nozes, percebemos quais delas já foram comidas, porque há um buraquinho onde o inseto furou a casca — só um buraquinho, e lá dentro há uma criatura vivente comendo a noz. Ora, é uma coisa maravilhosa furar a casca da letra, para então ficar por dentro comendo a própria noz.

 Bem que eu gostaria de ser um vermezinho assim, vivendo dentro da Palavra de Deus, alimentando-me dela, depois de ter aberto caminho através da casca e ter chegado ao mistério mais interior do evangelho bendito. A Palavra de Deus sempre é mais preciosa para o homem que mais se alimenta dela.

 No ano passado, sentado debaixo de uma faia nogueira que se estendia em todas as direções, e admirando aquela árvore tão maravilhosa, pensei comigo mesmo: Não tenho nem a metade da estima por essa faia do que o esquilo tem. Vejo-o, pulando de galho em galho, e tenho certeza que ele dá muito valor àquela velha faia, porque tem seu lar em algum oco dentro dela, os galhos são o seu abrigo, e aquelas nozes de faia são o seu alimento.

 Ele vive da árvore. É seu mundo, seu pátio de recreio, seu celeiro, seu lar; realmente, é tudo para ele; mas para mim, não, porque obtenho meu repouso e minhas refeições em outro lugar. No caso da Palavra de Deus, é bom sermos como esquilos, habitando nela e vivendo dela. Exercitemos nossa mente, pulando de galho em galho na Palavra; achemos nela o nosso repouso e façamos dela o nosso tudo.

 O proveito será todo nosso, se fizermos dela nosso alimento, nosso remédio, nosso tesouro, nosso arsenal, nosso repouso, nossa delícia. Que o Espírito Santo nos leve a fazer assim, tornando a Palavra tão preciosa à nossa alma!

Tirinhas - Isaac Newton e Charles Darwin - Plagiando a Criação!


Frase - Agostinho de Hipona (354 d.C - 430 d.C)


sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Inteligência, Sabedoria, Conhecimento, Entendimento e Discernimento. Qual a Diferença?

1 - Inteligência: Dt 4.5-8

 A inteligência natural, humana, é a capacidade de raciocínio; de obter respostas, criar soluções etc.
Na esfera espiritual, a inteligência está condicionada à obediência aos mandamentos e à prática. Quem prática e obedece aos mandamentos é gente sábia e inteligente.

2 - Sabedoria: Pv 2.6; Tg 1.5 (vide Pv 8)

 A Palavra de Deus diz que a sabedoria é algo que vem de Deus, pois Ele mesmo a dá. Ou seja, a sabedoria, segundo Deus, independe de inteligência e conhecimento; independe de graduação e posição social.

3 - Conhecimento: 2Pe 1.5-8; Os 4.6

É o ato ou efeito de abstrair ideia ou noção de alguma coisa.
O conhecimento é muito importante, é ele quem norteia nossa vida, pois é o conhecimento que nos adverte o que é certo e errado. O Senhor Jesus disse: E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará; ou seja, é necessário o conhecer para obter a libertação pela verdade que é Cristo. 
De mesma forma, a falta de conhecimento pode trazer graves consequências à aqueles que não possuem e atuam numa determinada área sem saber.

4 - Entendimento: Lc 24.44-47

 O entendimento é algo mais profundo que o conhecimento. Podemos conhecer algo, mas podemos não entender. Por exemplo, existem pessoas que conhecem a Bíblia inteira, mas é apenas um conhecimento didático, não entendem a sua finalidade e a conhecem apenas como mais um livro entre tantos.

5 - Discernimento: 1Co 2.14-15

 Uma pessoa pode ser inteligente, ser sábia, conhecedora e até pode ter entendimento de muitas coisas. Porém, existem esferas que necessitam de discernimento, como as coisas espirituais. Se a pessoa é carnal, por mais que seja dotada das demais 4 qualidades citadas e não tiver discernimento, nunca compreenderá aquilo que é espiritual, pois não pode discernir.

Heresias - "Esforça-te, e eu te ajudarei"

 
 A expressão "Esforça-te" aparece mais de dez vezes na Bíblia Sagrada, todavia nunca acompanhada da frase "e eu te ajudarei". Conquanto Deus ajude a quem se esforça (1Co 15.58), o chavão em apreço não consta da Bíblia.

 Caso você queira alguns complementos bíblicos para "Esforça-te", veja "...e tem bom ânimo"(Js 1.6-9); "... e faze a obra" (1Cr. 28.10); "... e clama" (Gl. 4.27). No plural, "Esforçai-vos", aparecem outros complementos (Nm. 13.20; 1Sm 4.9; Sl. 31.24; Ag. 2.4)

A Glória de Deus revelada na Criação - John Piper


O Céu Seria Insuportável ao Homem Mundano! - J. C. Ryle (1816-1900)

 Devemos ser santos porque sem a santidade na terra nunca estaremos preparados para desfrutar do céu. O céu é um lugar santo. O Senhor do céu é um Ser santo. Os anjos são criaturas santas. A santidade está estampada em tudo quanto existe no céu. O livro de Apocalipse expressa: "Nela nunca jamais penetrará cousa alguma contaminada, nem o que pratica abominação e mentira..!' (Ap. 21:27). Apelo solenemente a todos quantos lerem estas páginas: como é que nós poderemos sentir felizes e à vontade no céu, se morrermos destituídos de santidade?

 A morte não opera automaticamente alguma transformação. O sepulcro não impõe qualquer alteração. Cada indivíduo haverá de ressuscitar com o mesmo caráter com que deu o seu último suspiro. Onde será o nosso lugar, se vivermos hoje estranhos à santidade? Suponhamos por um momento que você tivesse a permissão de entrar no céu sem santidade. O que você faria? Qual prazer você poderia usufruir ali? A qual dentre todos os santos você se achegaria, e ao lado de quem você se sentaria?

 Os prazeres deles não seriam os seus prazeres, os gostos deles não seriam os seus gostos, o caráter deles não corresponderia ao seu caráter. Como você poderia sentir-se feliz, se não tivesse sido santo neste mundo? Atualmente, talvez você prefira a companhia dos negligentes e dos descuidados, dos dotados de mente mundana e dos cobiçosos, dos gozadores e dos que buscam prazeres, dos ímpios e dos profanos. Porém, não haverá tais tipos de pessoas no céu.

 Atualmente, talvez você sinta que os santos de Deus são por demais estritos, solenes e sérios. Você prefere evitar a companhia deles. Você não se deleita na sua companhia. Porém, não haverá outro tipo de companhia lá no céu. Atualmente, você talvez opine que a oração, a leitura da Bíblia e o cântico de hinos evangélicos seja algo embotado e melancólico, uma atividade estúpida, algo que pode ser tolerado vez por outra, mas não usufruído com satisfação.

 Você não poderia passar senão uma pequena fração deste tempo adorando a Deus. Os seus habitantes descansarão ali noite e dia, entoando hinos de louvor ao Cordeiro e exclamando: "Santo, santo, santo é o Senhor Deus, o Todo-poderoso". Como é que um homem profano poderia encontrar prazer numa ocupação como essa? Imagina você que uma pessoa profana deleitar-se-ia em encontrar-se com Davi, Paulo e João, após uma vida inteira desperdiçada exatamente na prática daquilo contra o que eles falaram?

 Porventura, ela tomaria doce conselho com esses personagens, e descobriria que tinham muito em comum? Acima de tudo, você imagina que tal pessoa se regozijaria em encontrar-se com Jesus, o Crucificado, face a face, após ter-se aferrado aos pecados por causa dos quais Ele morreu, depois de haver amado os Seus inimigos e desprezado os Seus amigos? Poderia tal pessoa pôr-se de pé diante de Cristo, com toda a confiança, unindo-se ao coro santo: "Eis que este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e ele nos salvará; este é o Senhor, a quem aguardávamos, e ele nos salvará; este é o Senhor, a quem aguardávamos a sua salvação exultaremos e nos alegraremos" (Is. 25:9)?

 Antes, você não pensa que os lábios de uma pessoa profana se calariam de tanta vergonha, e que o seu único desejo seria ser expulso dali? Tal indivíduo se sentiria um estranho em uma terra desconhecida, uma ovelha negra em meio ao santo rebanho de Cristo. A voz dos querubins e dos serafins comporiam uma linguagem que ele não seria capaz de entender. O próprio ar lhe pareceria uma atmosfera irrespirável. Não sei dizer o que outros pensariam a respeito, mas, para mim, é claro que o céu seria um lugar insuportável para um homem mundano.

 Não pode mesmo ser de outro modo. As pessoas podem dizer, de uma maneira vaga: "Eles têm a esperança de chegar ao céu". Porém, dizem assim por não considerarem o que estão dizendo. Deve haver um certo preparo para a "herança dos santos na luz" (Cl. 1:12). Nossos corações precisam estar sintonizados com essa herança. Para chegarmos ao descanso da glória, teremos de passar pela escola do treinamento na graça. Teremos de ser dotados de mente celestial, de gostos celestiais na vida que agora é, porquanto, doutro modo, nunca nos encontraremos no céu.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Heresias - "Da semente da mulher levantarei um que esmagará a cabeça da serpente"

 É comum ouvir pregadores citando essa frase como sendo a primeira promessa relacionada com a obra redentora de Jesus. Você sabia que essa promessa - conforme está mencionada acima - não aparece nas Escrituras? Em Gênesis 3.15, Deus disse a Satanás, que estava personificado na serpente:"E porei inimizade entre ti e a mulher e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar".

 Observe como o versículo bíblico é bem diferente da frase usada por muitos pregadores. O verbo empregado não foi "esmagar", mas "ferir". Isso porque, de acordo com a Palavra de Deus, o Inimigo ainda não foi derrotado por completo - esmagado. Ele já está julgado (Jo. 16.11), e na cruz Jesus o feriu, vencendo-o por antecipação (Cl. 2.14,15).

 Quando Satanás será esmagado definitivamente? O apóstolo Paulo responde: "E o Deus da paz esmagará em breve Satanás debaixo de vossos pés. A graça de nosso senhor Jesus Cristo seja convosco. Amém" (Rm. 16.20). Hoje, por enquanto, temos "... poder para pisar serpentes e escorpiões, e toda força do inimigo..." (Lc. 10.19), porém em breve a vitória sobre o príncipe deste mundo será em definitivo.

 Observe que é o Senhor quem o esmagará, e debaixo de nossos pés! Como sabemos que a sentença de Gênesis 3.14,15 diz respeito ao diabo? De fato, a simples leitura do texto induz-nos a pensar que as palavras de Deus se referem apenas à serpente. E há pregadores enfatizando que o SENHOR tratou com ela, e não com o Inimigo de nossas almas!

 Entretanto, há três passagens que dirimem qualquer dúvida (2Co. 11.3; Ap.12.9; 20.2). Na primeira, Paulo disse que a serpente enganou a Eva. Nas outras, o diabo "que engana todo o mundo" é identificado como a "antiga serpente".

Evangelismo Biblico - Ray Comfort





Os Instrumento de Satanás - J. I. Packer

 Como é que Satanás tenta? Mediante a sua ' 'astúcia'', isto é, seu "engano" (Ef6.ll; cf. 2 Co 11.3). Normalmente, ele se mantém fora de vista, manipulando "o mundo" (estímulos externos) e "a carne" (desejos desordenados dentro de nós) como seus instrumentos de sedução. Algumas vezes, ele opera através de desejos e necessidades aparentemente inocentes (cf. Gn 3.6; Lc 4.2, 3), ou de conselhos bem intencionados de nossos amigos (cf. Mt 16.22, 23).

 Não há limites para a sutileza de Satanás. Ele tem seus próprios servos, até mesmo na igreja (Mt 13.38), que fazem o papel de pastores e teólogos (2 Co 11.13-15). Claro, eles nem suspeitam que seu ensino e liderança são perversões satânicas do cristianismo, mas é isso que eles fazem, e Satanás faz intenso uso deles.'

 'Quando Satanás sobe a um púlpito, ou a uma cadeira de teologia, e pretende ensinar cristianismo, quando, na realidade, o está corrompendo... pretende ensinar Introdução Bíblica, quando na realidade está deixando a impressão que a Bíblia é um livro que nem é digno de ser exposto — cuidado com ele; ele está na mais perigosa de suas obras" (R. A. Torrey, What the Bible Teaches — O que a Bíblia Ensina — p. 517).

 Crenças erradas acerca de Deus (por exemplo, ressentimento e desespero, cf. 2 Co 12.7), conduta condenável aos olhos do Senhor (cf. 1 Co 7.5) — essas são as finalidades táticas pelas quais Satanás trabalha, e ele dispõe de muitas maneiras de nos conduzir a elas. Sejamos claros quanto a isso. Satanás não tem propósitos construtivos; suas táticas são simplesmente para contrariar a Deus e destruir os homens.

 Da mesma forma que o lema de David Livingstone era: "Para qualquer lugar, contanto que seja para a frente", assim o lema de Satanás é: "Qualquer coisa, contanto que seja contra Deus". O diabo está sempre procurando produzir incredulidade, orgulho, irrealidade, falsas esperanças, confusão mental e desobediência, como fez ao jardim do Éden. E, se ele não puder fazer isso diretamente, então ele se aplica em fazê-lo indiretamente, fomentando o desequilíbrio e a parcialidade.

 Viver a vida cristã é como tocar uma peça musical ao piano, se alguém toca nas teclas erradas, fracassa; se alguém toca nas teclas certas, mas erra quanto ao tempo, ritmo, volume ou interpretação, também fracassa; somente quando as notas e o estilo estão corretos é que a execução é bem-sucedida.  Satanás tanto procura prender-nos na armadilha, levando-nos a fazer aquilo que é formalmente errado, como procura distorcer aquilo que é formalmente correto, em nossos atos e em nossos hábitos, até ao ponto de torná-los errados em seus efeitos.

 Alguns exemplos dessa forma de distorção são os seguintes: pensamento sem ação, amor sem sabedoria, amor à verdade sem amor ao próximo, ou vice-versa, zelo em meio ao erro, ortodoxia junto com injustiça, atitude conscienciosa junto com morbidade e desespero, seletividade nos interesses pessoais em lugar daquilo que é certo ou errado.

 Se formos vigilantes contra Satanás em um ponto da muralha de nosso viver, ele tentará rompê-la em outro ponto, esperando por um momento quando nos sentiremos seguros e felizes, e quando, provavelmente, nossas defesas estarão fracas. Assim prosseguem os seus ataques, o dia inteiro e todos os dias.

As Nossas Armas

 Que segurança temos contra os seus ataques? Como podemos evitar cair vitimados diante deles? Conforme Paulo efetivamente diz, a única esperança consiste em tomarmos "toda a armadura de Deus": o cinto da verdade (o evangelho bíblico); a couraça da justiça (a integridade de uma consciência honesta); a firmeza da postura, provida pelo evangelho da paz (a certeza de que estamos reconciliados com Deus); o escudo da fé (a confiança ativa em Cristo e em suas promessas); o capacete da salvação (a confiança no poder guardador ou conservador de Cristo, agora e para sempre); e também "a espada do Espírito, que é a palavra de Deus", a arma com a qual nosso Senhor derrotou Satanás no deserto. 

 Tomemos essas armas, diz Paulo, "com toda oração e súplica, orando em todo o tempo, no Espírito", e não precisaremos temer os ataques do diabo. Seremos capazes de reconhecê-los e de resistir-lhes (Ef 6.11-18)Não precisamos temer o resultado deste conflito.

 Pois, em primeiro lugar, Deus está sempre invalidando as tentações de Satanás. Deus nunca permitirá que sejamos tentados acima das nossas forças (1 Co 10.13) De fato, Deus nos expõe à tentação somente a fim de nos fortalecer (1 Pe 5.6-10).

 E, Ele tem prometido esmagar a Satanás, sob os pés do; seus servos, no devido tempo (Rm 16.20)Então, em segundo lugar, Satanás sempre foge quando lhe resistimos. "Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós" (Tg 4.7). Oremos ( lutemos; peçamos ao Senhor que se poste ao nosso lado e digamos Á Satanás que se afaste.

 E, pelo menos naquele momento, ele terá de afastar -se. É notável que, na armadura cristã, Paulo nada tenha incluído para nos proteger as costas! Não temos promessa de proteção, se fugirmos A vitória nos é garantida sempre que ficarmos firmes. Satanás é um adversário derrotado e condenado; portanto, "resisti-lhe firmes na fé..

Ora, o Deus de toda a graça,
que em Cristo vos chamou à sua eterna glória,
depois de terdes sofrido por um pouco,
Ele mesmo vos há de aperfeiçoar, firmar,
fortificar e fundamentar.
A Ele seja o domínio,
pelos séculos dos séculos. Amém"
(1 Pe 5.9-11).

Tirinhas - Isaac Newton e Charles Darwin - Segundo Planeta Terra?


Frase - Agostinho de Hipona (354 d.C a 430 d.C)


terça-feira, 22 de setembro de 2015

Curiosidade Bíblica - Como Foi a Morte dos Apóstolos de Jesus?


A Bíblia não conta como morreu cada um dos apóstolos (exceto Tiago filho de Zebedeu). Os dados que temos não são certos e se baseiam em tradições ou nos escritos apócrifos. Abaixo  a lista dos apóstolos com as respectivas tradições inerentes às suas mortes.

PedroSegundo a tradição, sua crucifixão verificou-se entre os anos 64 e 67, em Roma, por ordem de Nero. 
Pediu para ser crucificado de cabeça para baixo, por achar-se indigno de morrer na mesma posição de Cristo. 


Tiago (filho de Zebedeu)Filho de Zebedeu, irmão do também apóstolo João. Natural de Betsaida da Galiléia, o pescador (Mateus 4.21; 10.2). Por ordem de Herodes Agripa, foi preso e morto a espada em Jerusalém, entre os anos 42 e 44. 

João: Foi preso, em Éfeso, no tempo do imperador Domiciano, em 89, e levado até Roma onde é condenado à morte. A pena, porém, foi mudada em exílio, em Patmos. Passou alguns anos naquela ilha e voltou para Éfeso, onde morreu de causas naturais aos 100 anos de idade.

André: O lugar do seu martírio foi em Acaia (província romana que, com a Macedônia, formava a Grécia). Diz a tradição que ele foi amarrado a uma cruz em forma de xis (não foi pregado) para que seu sofrimento se prolongasse.

Filipe: Teria sido executado por ordem de um nobre de Cartago (norte da África, então Ásia Menor), irado por sua esposa ter se convertido ao cristianismo por causa do apóstolo. Uns afirmam que foi preso e torturado até morrer, enquanto outros defendem que foi crucificado. Há ainda quem diga que foi crucificado e apedrejado na Frígia, na atual Turquia.

Bartolomeu/Natanael: Foi esfolado vivo e decapitado a mando do dirigente de Albanópolis, atual Derbent, na Rússia, onde ele teria chegado em trabalho de evangelização.

Tomé:  Segundo a tradição, sua obra de evangelização se estendeu à Pérsia (Pártia) e Índia. Consta que seu martírio se deu por ordem do rei de Milapura, na cidade indiana de Madras, no ano 53 da era cristã,teria sido morto por lanças de soldados locais.

MateusPercorreu a Judéia, Etiópia e Pérsia, pregando e ensinando. Há várias versões sobre a sua morte. Uma delas é que teria sido apunhalado na Etiópia.

Tiago (filho de Alfeu)Pode ter sido apedrejado na cidade logo após a morte do governador romano Pórcio Festo, no ano 62, segundo o historiador Flávio Josefo em sua famosa obra “Antiguidade Judaica”. A acusação para tal sentença seria a “violação da lei” dos judeus, alegada pelo sumo-sacerdote Ananus.

Judas Tadeu: Conforme dizem, foi morto a machadadas no ano 70, pela multidão instigada por sacerdotes pagãos e autoridades após negar sacrifício ao deus sol na Pérsia.


Simão(o zelote): Conta-se que morreu juntamente com Judas Tadeu na Pérsia.

Judas Iscariotes: Traiu Jesus com 30 moedas. Mateus conta que, depois da morte de Cristo, ele se enforcou ((27,3-5). Atos dos Apóstolos conta que foi substituído por Matias.


Matias: Segundo a tradição, seguiu a pregar pela Síria com André. Teria sido executado numa fogueira.

Paulo: Segundo a tradição, decapitado em Roma, nos tempos de Nero, no ano 67 ou 70 (Atos 8.3; 13.9; 23.6; 13-20). 

Lucas: Teria sido enforcado em uma árvore na Grécia.